Fui à Manifestação, para me despedir das ilusões, utopias e «boas-intenções» que por cá vicejam há 47 anos…

Face aos factos objetivos quotidianos, é impossível que as coisas resultem de outro modo.

Que não é vacina já sabemos. É uma experiência multifacetada ao nível genético. Quem a produz está comprometido com Sociedades e Grupos defensores da Eugenia, facto há muito conhecido, e que muito antes disto tudo, já proclamavam a necessidade de travar e mesmo reduzir aceleradamente o volume da população mundial. Não é segredo. Não falta informação muito acessível (sobretudo para quem não ache que ler dois parágrafos é uma chatice). Para além da redução direta de população mais velha e com problemas graves, sabe-se também que virologistas de renome e premiados com o Nobel nesta mesma área, preveem a morte do resto num espaço de 1 a 5 anos, que obviamente terão uma desculpa qualquer, de resultarem de uma complicação secundária que permita omitir a real origem (entre os 40 e 60 anos, crises cardíacas, cancerígenas,etc,etc. Tão propícias ao disfarce, não seja o número avultado que vai sublinhar a «estranheza» de “tudo”) . Os que escaparem, será por pouco mais tempo e em condições de saúde cada vez mais miseráveis. A necessidade de à força e rapidamente vacinar jovens, tem como fulcro, não diretamente a morte, mas a incapacidade imediata sobretudo ao nível da fertilidade reprodutiva, para fins de controlo crescente e futuro demográfico.

A injeção é um «cavalo-de-tróia». Serve não só para a redução da população, mas também para a introdução de um instrumento de controlo informático-electrónico das populações, que a princípio terá como argumento esta crise sanitária, mas que a partir de uma percentagem confortável dos números da sua imposição, passará a ser necessária não só pela questão sanitária mas também envolvendo as áreas financeiras/bancárias, pagamentos de serviços, salário, todos os assuntos do foro legal/jurídico, etc, etc, tornando-se mandatória completamente. Com as aplicações de classificações sobre o valor da prestação cívica do cidadão, classificações essas que irão limitar, controlar ou guiar a qualidade e liberdade das suas decisões, opções e meios de sobrevivência. A partir de um certo momento a questão das vacinas desaparecerá no meio da sua obrigatoriedade para todo e qualquer assunto do dia-à-dia do cidadão. Para melhor entender o assunto, ver a sua prática na atual Republica Popular da China.

É simples. É claro. É público. Nunca ninguém omitiu ou escondeu nada. Tudo foi publicado. As conferências que estão na base de tudo isto estão gravadas e são públicas é necessário apenas um pouco de paciência e investigação que nem tem de ser assim muito complicada ou rebuscada. Pode-se dizer que não há falta de informação mas – se calhar – o contrário…

Portanto, só não vê quem não quer. E já dizia a minha avozinha: «Não há pior cego que aquele que não quer ver».

…e não referi o facto de todas as empresas e seus constituintes que produzem as injeções, terem conseguido ao nível mundial ser intocáveis por qualquer tipo de ação jurídico-criminal que os responsabilize pelas consequências nefastas das suas ««”vacinas”»», facto que só por si é extremamente eloquente (se não formos imbecis, claro!).

Isto não é o plano todo, é apenas uma parte. Começou (e continua sem paragem) com a deslocação provocada artificialmente de populações, e em paralelo com este problema actual, dentro em pouco irá se desencadear uma dupla ««crise»». Por um lado uma ««crise»» do foro ambiental (com impacto nos consumos e na noção de direito à propriedade privada e não só). Por outro, uma crise ao nível das comunicações e transmissão de informações eletrônico-informáticas que resultará na destruição objectiva da Internet livre e na ««”reconstrução”»» de uma «nova» Internet, mas que será completamente controlada e à qual só teremos acesso se o nosso certificado digital tiver “pontos” e outras informações sobre um comportamento de cidadania “positiva”que o Poder Central exige dos seus cidadãos.

Não é fixe?

«Bué da fixe…»

Nunca foi uma questão de saúde pública. Sempre foi uma questão de Poder. Poder de modo unilateral e artificialmente, mudar o curso da História, instrumentalizar a Natureza e subjugar totalmente a Humanidade, para construir um Novo Mundo Neo-Feudal Oligárquico Tecno-Totalitário.

Não queriam saber como tinha sido possível aos nazis fazer o Holocausto sem que a população desse conta? É assim. Não queriam perceber como foi possível ao Comunismo fazer cento e dez milhões de mortos, sem que a população tivesse consciência plena do facto, mas apenas a intuição aterrorizante que ajuda à conformidade dócil? É assim.
Portanto, qual é a dúvida mesmo?!?

[…e para cúmulo, acabei por assistir, com os meus próprios olhos, e para minha profunda desilusão, aos mesmo tiques, às mesmas tretas, às mesmas ‘vaidades’, aos mesmos pequeno-burgueses diletantes a organizarem fila para o «beija-mão», «ósculo medieval» e selfie pueril com quem eu , até achava ser – pelo menos até a este momento que descrevo – um personagem reto, direito, incorruptível, ousadamente corajoso, e contra-corrente… …mas que afinal não era anti-vedetismo, não era imune à adulação prazeirosa ao ego e ao culto-de-personalidade… …que coisa tão triste…]

Assim sendo, fica claro tudo aquilo que constitui a imensa fraude intelectual e cultural que é a democracia. A democracia não passa de um pântano de perigosas areias movediças de corrupção, decadência, vícios vários, manipulações, mentiras, armadilhas, omissões convenientes e outras coisas tenebrosas mais, que resultam sempre em situações de facto, que beneficiam os infratores e seus cúmplices, sobre uma massa intelectualmente amorfa que só tem estes três estímulos: comer, reproduzir-se e participar no Circo/Bordel/Bacanal, para poder depois estar presa a uma função produtiva qualquer que seja necessária e conveniente às elites e suas necessidades.
Este panorama geral não nasceu na Revolução Francesa e no Iluminismo, mas ambos contribuíram determinantemente para a sua realização, materialização e sucesso objectivo.
É estúpido insistir no que falha constantemente, porque foi feito para isso mesmo: falhar ciclicamente, para no fim construir uma distopia cada vez mais tenebrosa e a aplicar.
Democracia. Liberdade. Humanidade. Cooperação. etc, etc Tudo um conjunto de utopias, ilusões, mal-entendidos, deturpações decadentes, e de «boas-intenções» (aquelas de que o Inferno se encontra cheio).
Temos 47 anos de experiência prática e objectiva de tudo isto, e agora – neste momento – assisto à sua culminação gloriosa!
Só não vê, quem não quer.

Não vou mais por aí. Descobri aí o esconderijo do Inimigo que atenta objetivamente contra a minha existência e a existência dos meus.

«Existir é Combater o que me nega»

Assim seja!

«Back to Basics!» – Tradição, Hierarquia, Identidade!
Total recusa e revolta contra o Mundo Moderno e a sua Decadência Tóxica.


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This music video is made entirely from over 5,000 cyanotype prints

«[…]Tycho Jones, an 18-year-old musical artist from Hackney, East London, has released a music video for his song, ‘Don’t Be Afraid.’ Typically, a music video wouldn’t be covered here on DPReview, but Jones’ video is unique. Jones’ record company, Globe Town Records, hired artist Edd Carr to make the video. Carr did something we’ve never seen before; he printed every single frame of video as cyanotype prints and then created the final music video by photographing the more than 5,000 cyanotype prints that he handmade.[…]»

«[…]Carr reached out to us to let us know about his video for Tycho Jones. Carr thinks it’s the first video ever made entirely from cyanotype prints. Edd Carr directed, edited, printed and animated the entire video himself. Carr’s video work, which you can see more of on his website and his Vimeo page, utilizes numerous analog and alternative methods and techniques.

As a bit of background on the cyanotype photographic printing process, it was first discovered by English scientist and astronomer Sir John Herschel in 1842. In the decades following Herschel’s work, the cyanotype printing process was primarily used by engineers to produce copies of drawings, known as ‘blueprints.’ Blueprints get their name from the cyan-blue print that results from the cyanotype process.

While the light-sensitive solution, which comprises potassium ferricyanide and ferric ammonium citrate, starts as a sort of yellowish-green liquid, it turns dark blue when exposed to sufficient ultraviolet light. It’s not a highly light-sensitive solution, so exposure times range from a few seconds up to 10-20 minutes on an overcast day.[…]»
[Ler o resto aqui: https://www.dpreview.com/news/2522727855/video-this-music-video-is-made-entirely-5000-cyanotype-prints]