Lew Rockwell Why Libertarians Are Wrong About Open Borders

Importante ouvir, pois esclarece qual a posição dos Libertários à cerca das políticas de imigração “open borders”. E até «eles» são contra. E explicam, do ponto de vista Libertário (e mesmo Liberal Clássico), como é mau e errado. Logo, uma parte do pensamento liberal-capitalista encontra-se em contra-mão com o main stream globalista… …ou seja, zangam-se as comadres, sabem-se as verdades…

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Acho este Vídeo de Styxhexenhammer666 importante, porque confirma aquilo que venho denunciando sobre a traição da «esquerda»

…é muito bom ter as suas opiniões e denúncias confirmadas por terceiros. Styxhexenhammer666 é um dos comentadores políticos mais vistos e escutados da Internet, e um dos que mais tem «acertado»  nos prognósticos e análises, e neste vídeo ele confirma tudo o que venho denunciando  de há uns anos para cá… (…sim, Red Pilled…) …é muito bom e tranquilizador saber que não somos os únicos… …posso estar só, e muita gente me deixar de falar… …como tem acontecido de modo muito sublinhado… …mas não estou louco, nem estou errado… …é o preço da lucidez crítica e das convicções e valores firmes…

O inevitável fracasso do partidarismo

…muito interessante, para ler…

Ideal Libertário

Por Lacombi Lauss

Com muito tempo no movimento libertário, nota-se em todo ano par o mesmo debate de sempre: partidarismo vs anti-política. Chega em um ponto que fica bastante cansativo repetir os mesmos argumentos e esclarecer posições no que diz respeito à rejeição das vias políticas. Mas em virtude desse ano o debate estar mais acalorado devido à publicação da versão tupiniquim de uma antítese do manifesto de Konkin, uma espécie de manifesto gradualista, vou abrir aqui uma pequena exceção. Trata-se de um debate importante, pois visa a influenciar como um libertário deve usar seu tempo extra no eterno combate ao estatismo. Eu pensei em dar uma resposta a esse manifesto, mas quando o li, vi que ele em momento algum tocou nos principais argumentos dos libertários puristas. Visto que não se responder um texto que não tem direção a seus argumentos, o melhor a se fazer é esclarecê-los. Bem…

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…o provincianismo português…

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…o provincianismo português é um fruto carnudo de cultura estrutural, tem uma casca exterior dura de direita mole antiquada, e sob ela, sua “filha”, uma segunda casca mais fina de esquerda dura «de vanguarda»…
…fruto?…
…nenhum…
…só um imenso caroço de mesquinhez azeda «traçada» de alegrias bouçais…

[P.S. (salvo-seja!) quanto à imagem: não só o bigode mais curto como uma «ligeira» “diferença” quanto ao numero de mortos que produziram, a saber mais ou menos vinte e dois milhões de mortos para o nazismo; e, cento e dez milhões de mortos para o marxismo-leninismo (por enquanto, que saldo ainda não terminou)… …em fim, mais milhão, menos milhão… …o que é que isso importa, não é?… …para mim foi óptimo tomar consciência destes números, de como foram produzidos, quem os produziu e com que fundamentos e metas a atingir… …curei-me logo de um mal terrível de que padecia… …a maldita “ideologia”, sub-produto nefasto da Filosofia… …livrei-me de imediato dela!… …estou agora muito melhor, obrigado…]

And it’s a long long long long drop From the rocks to the pearls, we got so lost We got so lost, we got so lost For so long, for so long, so long For so long, oh

…porque fala de estar perdido…

I’m flowing with the waters
I’m spinning into orbit
So won’t you come on home
And make it alright

I’m drifting in the same old boat
With a different crew
So won’t you come on home
And make it alright
Won’t you echo back
And make it fine

Maybe you’ll go out of your mind
You can lose it all if you wanna
Maybe you’ll go out of mine
It’s been so long

You can keep your own dear life
You can lose it all if you wanna
But I can’t keep you out of mine, oh no

We were dancing to a beat of our own
Flying with our speakers blown
Oh won’t you come on back
And make it alright

And if I take a turn for the worst
And I call you on the phone
Will you echo home when I call
Won’t you echo back and make it alright
Won’t you echo home and make me fine

Maybe you went out of your mind
You can lose it all if you wanna
Maybe you went out of mine
It’s been so long

You can live your own dear life
You can lose it all if you wanna
But I can’t let you out of mine, oh no

And it’s a long long long long drop
From the rocks to the pearls, we got so lost
We got so lost, we got so lost
For so long

And it’s a long long long long drop
From the rocks to the pearls, we got so lost
We got so lost, we got so lost
For so long, for so long, so long
For so long, oh

Maybe you went out of your mind
You can lose it all if you wanna
Maybe you went out of mine
It’s been so long

You can live your own dear life
And you can lose it all if you wanna
But I can’t let you out of mine, oh no

I’m flowing with the waters
I’m spinning into orbit
So won’t you come on home
And make it alright
So won’t you come on home
And make it fine

Oiçam isto (sim, sou fã)

Opeth – Moon Above, Sun Below

You are sleeping unhampered by guilt
Comes the morning you shut down
The devil’s breath is a disease on your lips
Reaching out for your loss
You prey on your flock

Seeking out the weaker hearts
With eternity in your grip
And on a lifelong throne of sub-religion
They will eat from your head

With the moon above and the sun below

I can’t remember the sun upon my skin
Slave to a sorrow that is whispering within
I’m always waiting for you before I sleep
There is no comfort in the distance that we keep

In a river of grief I am drowning
And your grip is surrounding my heart
Balancing on the edge of failure
And relieved, should I fall
Scattered dust upon my eyes
A winding road taking you nowhere
A winding road taking me home
And my home is my grave

Waiting for a day when there is nothing left to say

Voices of despair is a familiar friendship
A society in your head holds the code to destruction

Dying fast
Summer dying fast
And this can’t last, as nothing ever lasts
In a forest of flesh
There is a need to sever myself away from happiness

Still no drifting sun
Black upon the earth
Still the air is dry
And the locust wait

There is no help in the wake of our needs
There is no help to dispel the pain
There is no help yet some cling to a phantom
There is no help, only circles on the water

Only circles on the water